POD1 Comércio de Software

logotipo

Soluções em tecnologia para farmácias e drogarias.


Ir diretamente para o conteúdo

Notícias

Alta do dólar não impacta em preço de medicamentos para o consumidor

03/11/2008

SÃO PAULO - Mesmo com alta do dólar e conseqüente aumento no preço dos insumos farmacêuticos (quase 85% dos insumos são importados), o preço dos medicamentos para o consumidor não sofrerá impacto algum.
 
Segundo Walter Figueira, diretor executivo da Alanac (Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais), o repasse para o consumidor de impactos causados pela valorização do dólar não pode ser feito porque os preços de medicamentos são controlados pelo governo. "O reajuste de preços, feito em fevereiro de cada ano, é atrelado à inflação no período, não tendo relação nenhuma com oscilações cambiais", afirma Figueira.
 
O aumento do custo de fabricação dos medicamentos está diretamente relacionado com a elevação dos preços da maioria dos insumos farmacêuticos. Entretanto, Figueira afirma que a indústria farmacêutica têm de observar essas alterações e se programar para arcar com um eventual encarecimento das matérias primas que usa. "Mas o consumidor não vai pagar mais caro pelos medicamentos", garante o diretor da Alanac.
 
No varejo
 
A sensibilidade dos preços de medicamentos não está na indústria, explica Figueira, mas, sim, no varejo. "O que pode ocorrer é uma redução dos descontos dados pelas farmácias aos consumidores, mas nunca um aumento de preços. Se um medicamento custa R$ 10 e a farmácia vende por R$ 8, pode ser que, em algum momento, ela decida dar um desconto menor, vendendo a R$ 9", exemplifica.
 
Nesse caso, o consumidor terá apenas a sensação de que ficou mais caro, mas tanto as farmácias quanto a indústria são proibidas por lei de repassarem aumento de custo aos consumidores. "Acontece que essa diminuição no desconto oferecido pode acontecer a qualquer momento e não necessariamente por conta da crise ou do aumento do dólar", lembra Figueira.
 
O diretor da Alanac informa ainda que há uma maneira do consumidor checar se não tem havido, de fato, aumento nos preços dos remédios. "Basta entrar em uma farmácia e pedir para ver as revistas de preços fixados pelo governo, comportamento raro entre os consumidores. A partir da lista, é possível comparar os preços determinados e os praticados no mercado, para ter certeza de que, em caso de preços alterados, trata-se apenas de redução de desconto", afirma.
 
Oferta garantida
 
Da mesma forma que os preços, a oferta de medicamentos ao consumidor também não será alterada. "As indústrias devem, a partir dos acontecimentos do mercado e das informações que possui, administrar os custos de sua produção, para absorver impactos como os de alta no dólar, mas nada pode ser ligado a preço ao consumidor", conclui.

Fonte: MSN

Últimas notícias

(24/12/2008) FELIZ NATAL E PRÓSPERO 2009

(20/12/2008) Norma da Anvisa proíbe brindes para médicos

(19/12/2008) Senado aprova projeto do rastreamento de medicamentos

(18/12/2008) Toalet descartável chega ao mercado baiano

(17/12/2008) IND.FARMACÊUTICA: Febrafarma reafirma importância da...

(16/12/2008) Empresas têm 180 dias para padronizar bula

(28/11/2008) IND.FARMACÊUTICA: Anvisa proibe fabricação medicamentos com...

(25/11/2008) TAC garante mais profissionais em farmácias e drogarias

(21/11/2008) No Pará, Farmácia Popular inaugura a 500ª unidade do...

(18/11/2008) FARMÁCIA POPULAR-POD1 disponibiliza serviço para farmácias...

Veja todas as notícias

Acesso Restrito

Recuperar senha


Parceiros